Thilo Kehrer: "Estou reencontrando o ritmo"

Coletiva de imprensa

O defensor do Paris Saint-Germain apareceu em coletiva de imprensa na véspera da partida atrasada da 15ª rodada da Ligue 1 contra o Monaco, no Stade Louis II

LESÃO

“Sinto-me bem, estou reencontrando o ritmo, o jogo, todos os detalhes e automatismos. Me sinto melhor. Não foi uma fratura, foi um pouco mais complicado. Fascite plantar e um ligamento abaixo do pé, onde há pouco fluxo sanguíneo. A cicatrização e a cura, portanto, levaram tempo. Foi um momento difícil para mim, porque não sabia quanto tempo levaria. Agora estou 100%, sem dores e me sinto bem fisicamente e mentalmente. Não penso mais sobre essa lesão, é uma coisa do passado. Estou pronto para jogar."

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MONACO

"Domingo não foi um jogo fácil. Foi bom para aprender, progredir, fazer ajustes em nossa atividade com e sem a bola. Sabíamos que o Monaco era perigoso ofensivamente. Houve ocasiões de ambos os lados. Marcamos três gols, o que é positivo. Temos que nos concentrar em nós mesmos, em nosso jogo, em nosso estado de espírito e em como controlar o jogo da maneira que queremos, ofensivamente e defensivamente. Analisamos o jogo e sabemos o que precisamos melhorar na quarta-feira. Precisaremos estar preparados para qualquer eventualidade."

VERSATILIDADE

"O discurso do treinador permanece o mesmo de quando cheguei a Paris. Tenho que estar pronto para jogar, qualquer que seja a posição. Minha ambição é jogar o maior número possível de partidas, pela direita ou na zaga. Quero estar pronto. Estou acostumado a jogar em posições diferentes. Isso me ajuda como jogador, me faz progredir e crescer. Tenho que aproveitar as oportunidades que tenho, melhorar a cada treinamento, a cada partida. Tenho que melhorar em certos pontos, recuperar a confiança em mim e no meu jogo."

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SISTEMA

"O mais importante é o estado de espírito, o coletivo, correr um pelo outro. Temos que nos ajudar em campo. Nós nos concentramos nas bases do jogo, é isso o que importa. Temos jogadores de qualidade em todas as posições. O mais importante para nós não é o sistema, mas como atuar, no 4-4-2 ou 4-3-3."